Eliane Prolik

Pra que

Pra que

Placa de veículo em alumínio. 13 x 40 x 5 cm (cada). 2007 - 2009

Defórimica 67

Defórimica 67

Fórmica e alumínio. 206 x 547 cm. 2011

Defórimica 65

Defórimica 65

Fórmica e alumínio. 160 x 178 cm. 2011

Defórimica 64

Defórimica 64

Fórmica e alumínio. 168 x 134 cm. 2011

Defórimica 58

Defórimica 58

Fórmica e alumínio. 150 x 147 cm. 2011

Defórimica 57

Defórimica 57

Fórmica e alumínio. 132 x 90 cm. 2011

Defórimica 56

Defórimica 56

Fórmica e alumínio. 135 x 160 cm. 2011

Defórimica 54

Defórimica 54

Fórmica e alumínio. 133 x 120 cm. 2011

Defórimica 18

Defórimica 18

Fórmica e alumínio. 214 x 282 cm. 2009

Defórimica 50

Defórimica 50

Fórmica e alumínio. 150 x 155 cm. 2011

Defórimica 43

Defórimica 43

Fórmica e alumínio. 99 x 88 cm. 2011

Defórimica 47

Defórimica 47

Fórmica e alumínio. 116 x 140 cm. 2011

Defórimica 46

Defórimica 46

Fórmica e alumínio. 128 x 149 cm. 2011

Defórimica 35

Defórimica 35

Fórmica e alumínio. 120 x 135 cm. 2010

Defórimica 27

Defórimica 27

Fórmica e alumínio. 223 x 210 cm. 2009

Defórimica 22

Defórimica 22

Fórmica e alumínio. 205 x 395 cm. 2009

Defórimica 21

Defórimica 21

Fórmica e alumínio. 122 x 161 cm. 2009

Defórimica 20

Defórimica 20

Fórmica e alumínio. 102 x 115 cm. 2009

Eliane Prolik

Curitiba - SIM Galeria

 

  25/08/2011

Artistas: Eliane Prolik.

A artista utiliza de segmentos ou réguas de fórmica e alumínio em manifestação de construção dinâmica. Em “Defórmica”, cada cor é unida a outra de modo literal, em sucessão e constante apreensão de movimento sobre o plano da parede. Essas esculturas fogem de configurações fechadas e afirmam unidades formais abertas, tratando com a mesma intensidade geometria e luz. Para o crítico Ronaldo Brito, Defórmica vai direto ao ponto, o que, no caso, significa evoluir sempre em zigue-zague. Uma lógica divertida preside essas associações cromáticas que tratam de soltar essas réguas, liberá-las ao espaço físico, a difundir e irradiar luz até deixarem a sala leve, quase sem gravidade. Para ele ainda, Defórmica anuncia a feliz 
possibilidade de ordens instáveis e transitórias, por isso mesmo, atraentes, o que atualiza a flexibilização do real.  
A escolha de cores públicas e industriais (e não introspectivas como cabe a um pintor) está associada à fórmica e a sua função em diversos tipos de ambientes desde as décadas de 1950 e 1960, quando ela passa a ser mais comumente utilizada por todos. Essa película que reveste volumes ou móveis, é usada nas esculturas planares de Prolik, como delgada colada sobre si mesma, num recorte preciso de tempo e de espaço do presente.

Em “Pra Que”, a artista se apropria de associações de palavras sobre o objeto comum de placas de veículos. Esses objetos não-convencionais à tradição da arte jogam com a multiplicidade de leitura e significados de suas palavras/placas. São sutis relevos brancos que relacionam o transito e a migração dos sentidos e o contexto urbano. “A instalação Pra Que é formada por 45 placas, mas como elas são criadas individualmente também funcionam uma a uma ou em conjuntos menores, em sua questão poética e objectual, são unidades que se articulam coletivamente”, explica a artista.